Festival do... Arroz de Polvo

Vou cometer uma incoerência de discurso e, antes que me acusem disso, está dito: Sou um reles incoerente que merecia ser apedrejado!

 

Falando a sério, prefiro ser coerente com a minha consciência do que ficar preso às palavras passadas e não poder dizer o que penso. Isto a propósito do enorme “Polvo” que se instalou em Silves.

 

Disse hà tempos, no blog de Carneiro Jacinto, que um tal de Citador tinha uma imaginação muito fértil, a propósito do Caso Viga d’Oiro e de uma “ficção” que supostamente terá escrito. Tenho que admitir: O Citador está mais do que certo! As minhas desculpas por isso (sobre as outras questões levantadas, apesar de não ser homem de rancores, ainda havemos de falar pessoalmente).

 

Tenho estado atento a este caso da SRi, tenho lido sobre o caso “Viga d’Oiro” e agora até sobre a linha de alta tensão de Vale Fuzeiros e da presidente nem pio! Os casos não avançam e todas as iniciativas que se tomam “esbarram” nos “tentáculos do bicho”.

 

Convenhamos que polvo é bicho que o pessoal de São Marcos não está muito habituado a lidar (já sei que esta é uma frase assassina e que, provavelmente, vou levar com as “bocas” do peixe burro nos comentários). Devíamos pedir ajuda à malta de Pêra e Armação, mais habituados a “devorar” estes animais.

 

Certo, certo é que nós vamos continuar a escrever, a falar com as pessoas e a agitar consciências e de uma coisa tenho a certeza… no dia em que o “Polvo” baixar a guarda a “panela de pressão” já vai ter a “água a ferver para cozinha-lo” de uma vez.

publicado por Paulo Silva às 16:14 | favorito