Belzebel
Digamos que estive num período de reflexão pré-eleitoral, uma nova mariquice que ainda há-de aparecer nos manuais de Ciência Politica. Apesar disso continuei a viver, a conduzir, a andar e a respirar o ar da freguesia de São Marcos da Serra.
Se me perguntarem o que de mais relevante aconteceu deste a última vez que postei neste blogue sou forçado a dizer: fez um frio do caraças! Só quem acorda de manhã e vê o Montinho a parecer Geilo, na Noruega, é que entende o que quero dizer. Nestas alturas nem se questiona se a lenha é de sobro, de azinho ou de palete da Makro. O importante é fazer fogo.
Pela terra tudo na mesma… como a lesma. As obras do Museu do Azeite prosseguem a um ritmo que nos faz esperar por uma inauguração quinze dias depois da do Aeroporto de Alcochete. A Praia Fluvial não passou de uma ameaça e tamanho xinfrim afinal dizia respeito a um mero instrumento de controlo de caudal da ribeira com 12 anos de atraso, em relação ao projecto original das Águas do Algarve, e nenhuma ligação com a CMS.

